sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
Recital de Violino & Cravo | Adriana Alcaide Garcia, violino barrco | Miguel Jalôto, cravo
Programa
Johann
Heinrich Schmelzer (1620/23-1680)
Sonata IV: [s/indicação] - Sarabanda - Adagio
- Gigue - [s/indicação] - Allegro - [s/indicação] - Presto
Nuremberga, 1664. Sonatae unarum
fidium seu a violino solo
Georg
Muffat (1653-1704)
Sonata a violino solo: Adagio - Allegro - Adagio -
Allegro - Adagio
Praga, 1677. Manuscrito no Musikarchiv
Erzbischöfliche Schloss, Kremsier/Kromerizi
Johann
Sebastian Bach (1685-1750)
Sonata 1 à cembalo [con]certato è
violino solo BWV 1014: Adagio - Allegro - Andante - Allegro
Cöthen, ca.1718/1722. Vários
manuscritos: J. S. Bach/G. H. L. Schwanberg/Johann Heinrich (1725/26); Johann
Christoph Altnikol (sem data); anónimo (ca.1770)
---pausa---
Johann
Jakob Froberger (1616-1667)
Tombeau fait à Paris sur la mort de Monsieur Blancrocher
lequel se joue fort lentement
à la discrétion sans observer aucune mesure.
Paris, 1652. Manuscrito
do Musikarchiv im Minoritenkonvent zu Wien
Georg
Friedrich Händel (1685-1759)
Sonata a violino e basso HWV371: Affetuoso - Allegro - Larghetto -
Allegro
Londres, ca.1749/50.
Johann
Sebastian Bach
Sonata 6 à cembalo [con]certato è
violino solo BWV 1019: Allegro - Largo - Allegro - Adagio - Allegro
Cöthen, ca.1718/1722; Leipzig, pós
1731. Vários manuscritos: J. S. Bach/G. H. L. Schwanberg/Johann Heinrich
(1725/26); Johann Christoph Altnikol (sem data); anónimo (ca.1770)
Notas biográficas
Notas biográficas
Adriana
Alcaide Garcia (violino barroco) é natural de Barcelona, onde iniciou os seus estudo
musicais. Com uma Bolsa da "Generalitat de Catalunya" estuda
Interpretação Historicamente Informada e Violino Barroco no Conservatório Real
da Haia (Países Baixos) com Enrico Gatti e Pavlo Besnoziuk. Aí trabalha também
com Elizabeth Walfish, Ton Koopman, Christina Pluhar, Lucy van Dael, Margaret
Faultless, Ryo Terakado, Wilbert Hazelzet, Jaap ter Linden e Wieland Kuijken,
entre outros. Entre 2000 e 2002 é membro da Orquestra Barroca da Comunidade
Europeia (EUBO) sendo dirigida por Roy Goodman, Lars Ulrik Mortensen e Andrew
Manze.
Apresenta-se com agrupamentos como Concerto Amsterdam, Berlin Baroque, Florilegium Musicum, Utrecht Baroque Consort e Capilla Peñaflorida. Actualmente trabalha com Le Tendre Amour, Ludovice Ensemble, Al Ayre Español e Orquesta Barroca de Sevilla, sob a direcção de Rinaldo Alessandrini, Martin Gester, Eduardo López Banzo, Monica Huggett, Jordi Savall, Andrea Marcon e Fabio Bonizzoni, entre outros. Gravou para as editoras Harmonia Mundi, Naïve, K617, Brilliant Classics e Verso. Interessada e apaixonada pela Musicoterapia, exerce também actividade neste campo, organizando e/ou colaborando com diferentes centros de ajuda.
Fernando
Miguel Jalôto (cravo) é natural de Vila Nova de Gaia. Concluiu os diplomas de Bachelor of Music e de
Master of Music no Departamento de Música Antiga e Práticas Históricas de
Interpretação do Conservatório Real da Haia (Países Baixos) estudando com
Jacques Ogg. Frequentou Master-Classes com Gustav Leonhardt, Olivier Baumont,
Ilton Wjuniski, Laurence Cummings e Ketil Haugsand. Estudou ainda órgão
barroco, fortepiano e clavicórdio, tendo sido bolseiro do Centro Nacional de
Cultura. Foi membro da Académie Baroque Européenne de Ambronay e da Academia
belga MUSICA. É Mestre em Música pela Universidade de Aveiro e presentemente
frequenta o programa de Doutoramento em Musicologia Histórica
da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.
É co-fundador e director artístico do Ludovice
Ensemble. Colabora regularmente com a Orquestra Barroca e o Coro da Casa da
Música do Porto, e com grupos especializados internacionais, tais como Capilla
Flamenca e Oltremontano (Bélgica); La Galanía e La Colombina (Espanha).
Apresentou-se em vários festivais e concertos em Portugal, Espanha, França,
Bélgica, Holanda, Reino Unido, República Checa, Áustria, Polónia, Bulgária e
Japão. Toca regularmente com a Orquestra e o Coro Gulbenkian (Lisboa) e tocou
com a Orquestra da Radiotelevisão Norueguesa, a Camerata Academica Salzburg, a
Orquestra de Câmara da Sinfónica da Galiza e a Orquestra Metropolitana de
Lisboa. Gravou para a Ramée/Outhere, Glossa, Anima e Corpo, Dynamic e
Brilliant.
A Aprendizagem do Mestre: desenhos e aguarelas de Silva Porto
“De
meu saudoso Avô, aguarela infantil (10 anos) António Carvalho da
Silva Porto, Dora da Anunciação da Silva Porto”
É esta inscrição, manuscrita pela neta
de Silva Porto no passe-partout de
uma aguarela a ele atribuída, que serve de baliza cronológica inicial (1860) a
esta exposição de trabalhos inéditos, dos tempos de juventude e de
aprendizagem, realizados por aquele que mais tarde foi apelidado pelos seus
pares como “divino mestre”.
O espólio apresentado aqui, pela
primeira vez, faz parte de um conjunto mais alargado de objectos, incorporados
nas colecções da Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves, através da aquisição em 1986,
à sua neta Dora Silva Porto.
Entre os diversos desenhos e aguarelas
todos não datados, encontram-se outras peças, produzidas por volta de 1863,
trabalhos de menino, coisas de brincar, como minúsculos barcos, cestos e piões
que o já promissor artista esculpia com destreza em caroços de frutos e pedaços
de madeira. Serão obras pueris, mas já possuidoras de um traço predestinador de
um desígnio maior.
O
conjunto de desenhos e aguarelas aqui apresentado, denota já a principal
preocupação de Silva Porto: a captação da atmosfera luminosa e o contorno das
figuras diluindo-se vagamente nas intensidades extremas da luz do dia –
amanhecer e entardecer - , tomando a paisagem natural como motivo.
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
O Antigo Testamento na Literatura Portuguesa de Viagens
O
ANTIGO TESTAMENTO NA LITERATURA PORTUGUESA DE VIAGENS
Curso de Introdução ao Estudo
do Antigo Testamento na Literatura Portuguesa de
Viagens
Formador:
Pedro Miguel Correia Marques
Descrição: Com os Descobrimentos
Portugueses, desenvolveu-se em Portugal o género da literatura de viagens, que
tem n’Os Lusíadas o seu mais ilustre
representante e talvez em Egéria a sua origem. Vários portugueses efectuaram
viagens terrestres entre a Índia e Portugal e peregrinações à Terra Santa,
entre outras. Ao longo das suas viagens serviram-se do Antigo Testamento, como “guia
turístico”. Mas quem foram estes homens e mulher? Por onde andaram? O que
visitaram? Que monumentos viram? O que os fez lembrar do Antigo Testamento? É
isso que pretendemos desvendar nesta acção de formação.
Local: Casa-Museu Anastácio Gonçalves.
Público-alvo: Todos os interessados na
temática do curso.
N.º Mínimo / Máximo de Participantes: 10 a 30 participantes.
Horário: 6 sessões, nos dias 15/01, 22/01,
29/01, 05/02, 19/02, 26/02, das 18:30 às 20:30.
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