
domingo, 18 de janeiro de 2009
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Jóias da Rainha D. Amélia - Visita Temática no âmbito da Exposição Temporária
Depois do êxito das visitas realizadas no âmbito da Semana da Ciência, que tiveram que se desdobrar dado o número de inscrições, Rui Galopim de Carvalho volta a oferecer-nos uma "visita gemológica" à exposição "Os Anos de Exílio da Rainha D. Amélia – Remi Fénérol". A Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves, decidiu oferecer duas novas datas para a realização desta iniciativa.
15 de Janeiro - 15h - Vagas ainda disponíveis
15 de Janeiro - 16h - Vagas ainda disponíveis
Esta visita, conduzida pelo gemólogo Rui Galopim de Carvalho, oferece um olhar diferente sobre jóias e outros objectos pessoais da que foi a última Rainha de Portugal. Conheça algumas das curiosidades escondidas nos materiais que compõem estas peças, designadamente a madrepérola, a tartaruga, o marfim e, claro, os diamantes, as safiras e os rubis, ao lado de outras gemas menos comuns entre nós, tais como o crisoberilo olho-de-gato, a smithsonite ou os dobletes com topo de granada. Matérias como as proveniências geográficas coevas, as lapidações e as qualidades diferenciadoras destas pedras preciosas serão temas recorrentes durante a visita.
A acção decorrerá na galeria de exposições temporárias desta Casa-Museu na Av. 5 de Outubro, 6-8 (em frente à Maternidade Alfredo da Costa).
Para mais informações e inscrições, contacte directamente o serviço educativo da Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves por telefone 213 540 823 ou por e-mail cmag.se@ipmuseus.pt.
Estarão previstas outras iniciativas desta natureza, mas ainda sem data marcada. Fique, portanto, atento
Participe e não deixe, depois, de visitar o magnífico acervo de pintura, mobiliário e outras maravilhas das artes decorativas deste Museu de Lisboa.
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
20 de Novembro - a marcar na agenda

Colecção Rémi Fénérol
20 de Novembro de 2008 a 30 de Abril de 2009
A história da que é hoje a Colecção Rémi Fénérol começou como um acto único de preservação da memória da Rainha D. Amélia por parte daqueles que a serviram ao longo de anos, por vezes mais do que uma geração, quer em Portugal quer nos anos de exílio no Reino Unido e em França. O espólio não reclamado por nenhum dos familiares mais próximos de D. Amélia, após a sua morte, em 1951, em grande parte porque não contemplado em testamento, assim como os muitos objectos que a rainha generosamente ofereceu aos seus empregados durante anos, foi guardado nos sótãos dos Girard-Souza-Moreau, dos Jouve e de outros para quem as peças provenientes da Rainha eram relíquias a guardar.
O actual Coleccionador, Rémi Fénérol, começou por reunir tudo aquilo que dissesse respeito a D. Amélia, que para além de ser bisneta do rei Luís Filipe de Orléans era rainha. Começava assim a actual Colecção. Ao longo dos anos foram sendo acrescentadas peças provenientes de espólios de outros antigos servidores, comprados directamente a estes ou aos seus familiares, bem como objectos oriundos de leilões de familiares da rainha que haviam recebido peças em herança.
Os objectos que agora se apresentam são uma pequena selecção de uma colecção maior que reúne os mais variados tipos de obras: vestuário, pequenos objectos de colecção, pintura, fotografia, livros, documentos e parte dos diários da Rainha.
O actual Coleccionador, Rémi Fénérol, começou por reunir tudo aquilo que dissesse respeito a D. Amélia, que para além de ser bisneta do rei Luís Filipe de Orléans era rainha. Começava assim a actual Colecção. Ao longo dos anos foram sendo acrescentadas peças provenientes de espólios de outros antigos servidores, comprados directamente a estes ou aos seus familiares, bem como objectos oriundos de leilões de familiares da rainha que haviam recebido peças em herança.
Os objectos que agora se apresentam são uma pequena selecção de uma colecção maior que reúne os mais variados tipos de obras: vestuário, pequenos objectos de colecção, pintura, fotografia, livros, documentos e parte dos diários da Rainha.
José Alberto Ribeiro,
Director da Casa-Museu
Director da Casa-Museu
Dr. Anastácio Gonçalves
terça-feira, 28 de outubro de 2008
Concertos Abertos | Antena 2
7 de Novembro – 19:00h
Expressoriente duo e Kunico Tatekawa
Expressoriente duo e Kunico Tatekawa
D. Bogdanovic Seis miniaturas *
Yatsuhashi Kengyou Rockudan *
Kazuo Fukushima Mey *
Karsten brustad If Night´s Dawn Imposed all (I.N.D.I.A.) **
D. Bogdanovic Ricercar **
D. Bogdanovic And Yet ***
Ravi Shankar L´aube Enchantée **
Yatsuhashi Kengyou Rockudan *
Kazuo Fukushima Mey *
Karsten brustad If Night´s Dawn Imposed all (I.N.D.I.A.) **
D. Bogdanovic Ricercar **
D. Bogdanovic And Yet ***
Ravi Shankar L´aube Enchantée **
* solo
** duo
*** trio
** duo
*** trio
Expressorienteduo Carlos Lima guitarra José Gil Magalhães flauta
Kunico Tatekawa koto
Kunico Tatekawa koto
Fundado em 2006 no âmbito do ciclo de guitarra de Guimarães, o duo é composto pelo guitarrista Carlos Lima e pelo flautista José Gil Magalhães.
Do seu repertório inovador e pouco comum constam peças originais, transcrições e arranjos de diversas formas musicais do oriente, cujo universo sonoro sintetiza as tradições musicais do ocidente e oriente.
Os concertos são intercalados com performances a solo e em duo, oferecendo ao público a experiência da descoberta dos instrumentos em todo o seu potencial, inclusivamente alguns tradicionais como por exemplo a sitar (índia).
Do seu repertório inovador e pouco comum constam peças originais, transcrições e arranjos de diversas formas musicais do oriente, cujo universo sonoro sintetiza as tradições musicais do ocidente e oriente.
Os concertos são intercalados com performances a solo e em duo, oferecendo ao público a experiência da descoberta dos instrumentos em todo o seu potencial, inclusivamente alguns tradicionais como por exemplo a sitar (índia).
KUNIKO TATEKAWA
Iniciou o estudo de koto aos dez anos de idade com a prof. Shokei shara no instituto de Ikuta (kin-ci kai) paralelamente ao estudo de violoncelo.
Prosseguiu posteriormente a sua formação na escola superior de música e artes Hamamatsu Eroshima de Shizuoka com a prof. Yukino Sakashita .
Obteve prémios nas 24, 25, 26 edições de competição musical para estudantes de música de shizuoka. Realizou concertos um pouco por todo o Japão e Budapeste, no Palácio de Arte nacional e na “List Ferenc Academy of Music” onde concluiu recentemente uma pós graduação como violoncelista, após ter sido admitida
com a mais alta classificação.
Prosseguiu posteriormente a sua formação na escola superior de música e artes Hamamatsu Eroshima de Shizuoka com a prof. Yukino Sakashita .
Obteve prémios nas 24, 25, 26 edições de competição musical para estudantes de música de shizuoka. Realizou concertos um pouco por todo o Japão e Budapeste, no Palácio de Arte nacional e na “List Ferenc Academy of Music” onde concluiu recentemente uma pós graduação como violoncelista, após ter sido admitida
com a mais alta classificação.
CARLOS LIMA
Carlos Lima nasceu em Braga em 1970.
Iniciou os seus estudos musicais aos 17 anos de idade no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian em Braga, onde concluiu o curso complementar de Guitarra. Prosseguiu posteriormente a sua formação, na Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo do Porto, na classe do professor José Pina, obtendo o grau de licenciado em guitarra clássica.
Entre o ano de 1995 e 1999 estudou guitarra jazz e improvisação na Escola de Jazz do Porto com o guitarrista Aires Silva. Formou o Quarteto AquiJazz com Pedro Junqueira Maia, actual director do Atelier de Composição, gravando uma demo que foi aclamada pelos media como jovens talentos, no programa de jazz da RUM de José Carlos Santos, director artístico do festival Braga\Jazz. Na área da improvisação\ jazz participou em Workshops com Phil Marcovitz, Zé Eduardo e o Quarteto Norte-americano Unpredictable Nature.
Como concertista tem-se apresentado em público a solo e em formações de câmara em vários pontos do País, tais como: Centro Cultural de Belém, Teatro Gil Vicente em Coimbra, Encontros de Guitarra do Porto, bem como na Galiza.
Frequentou cursos de aperfeiçoamento com Beto Davezac, David Russel, Aldo Rodrigues, José Pina etc.
No ano de 2006 e 2007 foi Director Artístico do “Guitarra.com”, ciclo de Guitarra de Guimarães, projecto agraciado com o apoio do Ministério da Cultura. Nessa senda, foi responsável pela edição de uma colecção nacional de música contemporânea para guitarra, cujo conteúdo teve estreia no museu Alberto Sampaio em Guimarães, no âmbito do programa internacional Noites dos Museus, com a presença da Ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima e varias referencias da composição em Portugal, como o compositor Cândido Lima, Fernando Lapa etc..
Em 2007 estreou em Portugal o Ballet Poema “Crow” de Dusan Bogdanovic, no grande auditório da UM em Guimarães, em parceria com o centro de dança Arte Total.
Paralelamente á sua actividade artística, desenvolve uma componente pedagógica, com docência na Academia de Música José Atalaya em Fafe e Valentim Moreira de Sá em Guimarães.
Iniciou os seus estudos musicais aos 17 anos de idade no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian em Braga, onde concluiu o curso complementar de Guitarra. Prosseguiu posteriormente a sua formação, na Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo do Porto, na classe do professor José Pina, obtendo o grau de licenciado em guitarra clássica.
Entre o ano de 1995 e 1999 estudou guitarra jazz e improvisação na Escola de Jazz do Porto com o guitarrista Aires Silva. Formou o Quarteto AquiJazz com Pedro Junqueira Maia, actual director do Atelier de Composição, gravando uma demo que foi aclamada pelos media como jovens talentos, no programa de jazz da RUM de José Carlos Santos, director artístico do festival Braga\Jazz. Na área da improvisação\ jazz participou em Workshops com Phil Marcovitz, Zé Eduardo e o Quarteto Norte-americano Unpredictable Nature.
Como concertista tem-se apresentado em público a solo e em formações de câmara em vários pontos do País, tais como: Centro Cultural de Belém, Teatro Gil Vicente em Coimbra, Encontros de Guitarra do Porto, bem como na Galiza.
Frequentou cursos de aperfeiçoamento com Beto Davezac, David Russel, Aldo Rodrigues, José Pina etc.
No ano de 2006 e 2007 foi Director Artístico do “Guitarra.com”, ciclo de Guitarra de Guimarães, projecto agraciado com o apoio do Ministério da Cultura. Nessa senda, foi responsável pela edição de uma colecção nacional de música contemporânea para guitarra, cujo conteúdo teve estreia no museu Alberto Sampaio em Guimarães, no âmbito do programa internacional Noites dos Museus, com a presença da Ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima e varias referencias da composição em Portugal, como o compositor Cândido Lima, Fernando Lapa etc..
Em 2007 estreou em Portugal o Ballet Poema “Crow” de Dusan Bogdanovic, no grande auditório da UM em Guimarães, em parceria com o centro de dança Arte Total.
Paralelamente á sua actividade artística, desenvolve uma componente pedagógica, com docência na Academia de Música José Atalaya em Fafe e Valentim Moreira de Sá em Guimarães.
GIL MAGALHÃES
Gil Magalhães nasceu no Porto em 1974, tendo iniciado os estudos musicais com o seu pai.
Aos 13 anos, ingressou no Conservatório de Música do Porto concluindo três anos mais tarde o curso de flauta na classe do professor Olavo Barros. Prosseguiu os seus estudos com os professores, Wendy Quinlan e Master-classes com Auréle Nicolet, Jorge Caryevchi e Sabina Laurain.
É licenciado em flauta transversal na classe do professor Eduardo Lucena, na Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo, tendo concluído a sua licenciatura com elevada classificação.
Vencedor nas edições de1988 e 1990 do 1º-Prémio Regional nos concursos da Juventude Musical Portuguesa, obteve também o 1º-lugar nos concursos para a Orquestra Sinfónica da Juventude Luso-Francesa, Orquestra Portuguesa da Juventude, Orquestra Sinfónica das Escolas de Música em 1993 e Orquestra Regional do Norte em 1994.
Foi flautista convidado na Régie Sinfonia – Orquestra do Porto, na temporada de 1993 e colaborou com outras formações orquestrais e camerísticas tais como a Orquestra Konsonância, Sinfonieta da E.S.M.AE. e Quinteto de Sopros do Porto.
De 1994 até 2004 foi flautista da Orquestra do Norte, sendo 1º-flauta solista “A” desde 1998. Trabalhou com maestros de nível mundial tais como: Kristof Penderecky, Enrique Bátiz, Leo Brower, Roland Mélia, James Tuglle e interpretes como: Patricia Kopachinskaya, Eduardo Isaac, Duo Assad, Michel Lethiec, José Carreras, Andrea Bocelli, Scorpions, Rui Veloso, Luis Represas, Rao Kiao, entre outros.
Gravou para a R.T.P, SIC, Antena 2, bem como na diversa discografia da Orquestra do Norte.
Em Dezembro de 2003 recebeu o convite para integrar a Orquestra Sinfónica do Estado do México, na qualidade de flautista co-principal, pelo Maestro Enrique Batiz na temporada 2004. Como solista interpretou o Concerto de Flauta e Orquestra de J.Ibert com o maestro J. F. Lobo (1999 e 2002) e o Concerto para Flauta e Orquestra de C.Reinecke com o maestro Roland Mélia (2001), com a Orquestra do Norte, em diversas localidades do país.
É professor da classe de flauta transversal, na Academia de Música Valentim Moreira de Sá em Guimarães e integra o corpo docente do Instituto Superior de Estudos Piaget de Mirandela. Paralelamente tem orientado “Master –classes” e acções de formação de flauta transversal por todo o País.
Actualmente é instrumentista Fundador do quinteto de Sopros 5 Ventos.
Aos 13 anos, ingressou no Conservatório de Música do Porto concluindo três anos mais tarde o curso de flauta na classe do professor Olavo Barros. Prosseguiu os seus estudos com os professores, Wendy Quinlan e Master-classes com Auréle Nicolet, Jorge Caryevchi e Sabina Laurain.
É licenciado em flauta transversal na classe do professor Eduardo Lucena, na Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo, tendo concluído a sua licenciatura com elevada classificação.
Vencedor nas edições de1988 e 1990 do 1º-Prémio Regional nos concursos da Juventude Musical Portuguesa, obteve também o 1º-lugar nos concursos para a Orquestra Sinfónica da Juventude Luso-Francesa, Orquestra Portuguesa da Juventude, Orquestra Sinfónica das Escolas de Música em 1993 e Orquestra Regional do Norte em 1994.
Foi flautista convidado na Régie Sinfonia – Orquestra do Porto, na temporada de 1993 e colaborou com outras formações orquestrais e camerísticas tais como a Orquestra Konsonância, Sinfonieta da E.S.M.AE. e Quinteto de Sopros do Porto.
De 1994 até 2004 foi flautista da Orquestra do Norte, sendo 1º-flauta solista “A” desde 1998. Trabalhou com maestros de nível mundial tais como: Kristof Penderecky, Enrique Bátiz, Leo Brower, Roland Mélia, James Tuglle e interpretes como: Patricia Kopachinskaya, Eduardo Isaac, Duo Assad, Michel Lethiec, José Carreras, Andrea Bocelli, Scorpions, Rui Veloso, Luis Represas, Rao Kiao, entre outros.
Gravou para a R.T.P, SIC, Antena 2, bem como na diversa discografia da Orquestra do Norte.
Em Dezembro de 2003 recebeu o convite para integrar a Orquestra Sinfónica do Estado do México, na qualidade de flautista co-principal, pelo Maestro Enrique Batiz na temporada 2004. Como solista interpretou o Concerto de Flauta e Orquestra de J.Ibert com o maestro J. F. Lobo (1999 e 2002) e o Concerto para Flauta e Orquestra de C.Reinecke com o maestro Roland Mélia (2001), com a Orquestra do Norte, em diversas localidades do país.
É professor da classe de flauta transversal, na Academia de Música Valentim Moreira de Sá em Guimarães e integra o corpo docente do Instituto Superior de Estudos Piaget de Mirandela. Paralelamente tem orientado “Master –classes” e acções de formação de flauta transversal por todo o País.
Actualmente é instrumentista Fundador do quinteto de Sopros 5 Ventos.
terça-feira, 21 de outubro de 2008
Novas datas dos Cursos de Outono 08
Novas Datas
Cursos
Outono 08
adultos
PAISAGEM A AGUARELA III
Terças e Quartas 19h00 - 21h00
Out. 28-29 e Nov. 4-5, 11-12
6 sessões Total: 12 horas
Preço: € 120
3º Curso de Iniciação às técnicas de aguarela, através da interpretação plástica e estética de pinturas depaisagem do naturalismo português, pertencentes ao acervo da CMAG.
NATUREZA MORTA A AGUARELA II
Terças e Quartas 19h00 - 21h00
Nov. 25-26 e Dez. 2-3, 9-10, 16
7 sessões Total: 14 horas
Preço: € 120
2º Curso de apreensão das formas pelo desenho, ediversificação das técnicas de aguarela, através da interpretação plástica e estética de pinturas de natureza-morta da colecção da CMAG.
Outono 08
adultos
PAISAGEM A AGUARELA III
Terças e Quartas 19h00 - 21h00
Out. 28-29 e Nov. 4-5, 11-12
6 sessões Total: 12 horas
Preço: € 120
3º Curso de Iniciação às técnicas de aguarela, através da interpretação plástica e estética de pinturas depaisagem do naturalismo português, pertencentes ao acervo da CMAG.
NATUREZA MORTA A AGUARELA II
Terças e Quartas 19h00 - 21h00
Nov. 25-26 e Dez. 2-3, 9-10, 16
7 sessões Total: 14 horas
Preço: € 120
2º Curso de apreensão das formas pelo desenho, ediversificação das técnicas de aguarela, através da interpretação plástica e estética de pinturas de natureza-morta da colecção da CMAG.
terça-feira, 30 de setembro de 2008
Passeios CMAG

Lisboa do Terramoto
No dia 1 de Novembro, cerca das 09h20, Lisboa sofreu o maior terramoto da sua história, sendo de seguida atingida por um tsunami com ondas de 6 metros de altura, Nos cinco dias seguintes, fogos dispersos prolongaram a agonia da cidade quem procurava cuidar dos vivos e enterrar os mortos.
Ponto de encontro:
Terreiro do Paço, Estátua de D. José
Sábado 1 de Novembro 14h30
Duração:
2h30
No dia 1 de Novembro, cerca das 09h20, Lisboa sofreu o maior terramoto da sua história, sendo de seguida atingida por um tsunami com ondas de 6 metros de altura, Nos cinco dias seguintes, fogos dispersos prolongaram a agonia da cidade quem procurava cuidar dos vivos e enterrar os mortos.
Ponto de encontro:
Terreiro do Paço, Estátua de D. José
Sábado 1 de Novembro 14h30
Duração:
2h30
Propinas:
€15 (€10 Amigos dos Museus e menores de 16 anos)
Nº mínimo de participantes:
8 (nº máximo ilimitado)
Instrutora:
Inês Fialho Brandão. Licenciada em História & História de Arte (U. de Edimburgo), Estudos Islâmicos e Museologia (U. de Nova Iorque). Bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian. Comissária da exposição Olhares Cruzados sobre Arte e Islão.
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Cursos CMAG - História da Arte em 10ismos

HISTÓRIA DA ARTE
EM 10ISMOS
EM 10ISMOS
O que distingue o Impressionismo do seu Neo e do seu Pós?
E quantos classicismos pontuam a pintura Europeia?
Este Curso pretende dar a conhecer os grandes movimentos artísticos que compõem a história da arte desde o Renascimento até à Segunda Guerra Mundial. O curso combina palestras com sessões de observação e discussão de obras de arte em museus da cidade de Lisboa para uma sedimentação dos conhecimentos adquiridos.
Casa Museu Dr. Anastácio Gonçalves Atelier Malhoa
Quartas-feiras 18h30 – 20h00
15, 22, 29 de Outubro
5, 12, 19, 26 de Novembro
3, 10 de Dezembro
Duas aulas nos Museus Calouste Gulbenkian e Colecção Berardo
(Horário a determinar)
Quartas-feiras 18h30 – 20h00
15, 22, 29 de Outubro
5, 12, 19, 26 de Novembro
3, 10 de Dezembro
Duas aulas nos Museus Calouste Gulbenkian e Colecção Berardo
(Horário a determinar)
Propinas:
€120 (€100 Amigos dos Museus e jovens 16 – 25 anos)
Inclui visita e entrada nos museus
€120 (€100 Amigos dos Museus e jovens 16 – 25 anos)
Inclui visita e entrada nos museus
Instrutora:
Inês Fialho Brandão. Licenciada em História & História de Arte (U. de Edimburgo), Estudos Islâmicos e Museologia (U. de Nova Iorque). Bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian. Comissária da exposição Olhares Cruzados sobre Arte e Islão.
Inês Fialho Brandão. Licenciada em História & História de Arte (U. de Edimburgo), Estudos Islâmicos e Museologia (U. de Nova Iorque). Bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian. Comissária da exposição Olhares Cruzados sobre Arte e Islão.
terça-feira, 9 de setembro de 2008
A Fuga de Wang-fô - Feed-back do público

Com o objectivo de estabelecer uma ligação significativa entre o público e as colecções de Arte doadas ao estado pelo Dr. Anastácio Gonçalves, a Casa-Museu desafiou Joana Pupo a apresentar a peça de teatro “A Fuga de Wang-fô” (a partir do Conto Oriental de Marguerite Yourcenar) no seu espaço.
A actividade decorreu durante o mês de Abril. No final, o público era desafiado a enviar um feed-back ao seguinte desafio:
A actividade decorreu durante o mês de Abril. No final, o público era desafiado a enviar um feed-back ao seguinte desafio:
Numa situação de limite como a de Wang-fô:
não tendo tela nem pincéis, mas podendo fugir para uma das
peças da Casa-Museu, qual delas escolheria? Porquê?
Aqui apresentamos alguns dos retornos recebidos por carta:
“Eu encolhia, encolhia e escondia-me dentro de uma gavetinha da cómoda-papeleira com alçado (no lado esquerdo, em cima) que estava no salão.
E lá ficava espreitando de quando em vez e saindo para passear no escuro silencioso da noite.”
“Para o balcão no cimo da escada que leva a lado nenhum, ponto mágico da Casa onde se observa a sociedade nos salões e a vida para lá da ampla janela.”
“A janela grande do ateliê de Malhoa porque é uma fuga para um espaço aberto de vida.”
“30/04/2008
Exmos. Senhores,
As minhas felicitações pelo vosso trabalho.
Na situação que me é apresentada por Wang-fô eu fugiria e descansava na linda cama que se encontra na sala principal, mesma que está exposta no catálogo da Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves, voltava-me para os lindíssimos vitrais e adormecia docemente.”
“Olhem para mim!!
Vou gritar VEJAM-ME.
Estou aqui. Que posso fazer..."
Ouço passos de vem em quando.
Os últimos sábados têm trazido vidas e mundos em forma de gente. Sabes?
Até sacudo o pó naquela esperança de menina, vaidosa e impaciente por um olhar atraído que me diga:
“sim; és linda.”
Vêm aí. É agora?...Talvez, sim, apareceu uma mão decidida a avançar seguida de vestes cinzentas com uma caixa com cauda.
Outra vez….será o mesmo.
Muitas costas levantam pescoços que perseguem aquele alguém. Os cabelos empurram-lhes o olhar. Também queria ver o que se leva na caixa, que deve ser precioso, só pode, para haver peregrinações destas aqui na casa.
Passo aqui os dias…”As horas giram…” Era a pessoa das vestes a falar. Pois as minhas olham para mim especadas frente-a-frente nesta pequena sala abeirada por um corredor.
Que inveja da sala, escadas, patamares (sei lá bem!) onde vai desembocar este corredor. Gostava de espreitar, para saber como é a foz em que desagua. Nem imaginas o esforço que fiz para gravar essa imagem e saber como é esse sítio quando me trouxeram para aqui uns braços musculados que, com paciência e desespero, lá foram obedecendo à vozinha aguda de Quem Provavelmente Manda Aqui
“não deixem os cantos tocar em nada
Não me esmurem a cómoda!!
Mais à direita à frente. Não Não! Aí, abaixo, atrás, mas com Jei-t-i-n-ho…”
Não me esmurem a cómoda!!
Mais à direita à frente. Não Não! Aí, abaixo, atrás, mas com Jei-t-i-n-ho…”
Na confusão não vi nada. Tenho sempre a vontade de perguntar aos curiosos que enfiam a cabeça aqui na sala. E digo-lhes, sabes?”Volta cá no final!” Mas os curiosos são também esquecidos e seguem. E eu fico aqui, a tentar acompanhá-los com a imaginação. Guardo as imagens que invento e os momentos que lá vivo nas minhas gavetas.
Houve um dia em que aconteceu uma coisa estranha.
Do grupo saiu uma jovem que se parecia comigo: bonita, tímida, imaginada e imaginativa. Ia com alguém atraente com quem lidava com desprendimento. De súbito entrou na minha sala, sorriu-me, que foi uma maneira terna de chorar, e escondeu numa gaveta um papel que antes tinha enfiado no bolso das calças dele. Isso eu consegui ver, foi na passagem.
Como de costume vi primeiro uma mão e braço. Desta vez não cobertas de vestes cinzentas. Em meio segundo lhe deu o papel, e antes mesmo de ele o aceitar, ao levantar o braço para olhar para o bolso, ela sumiu-lhe o papel de vista. Girou sobre si como quem dança e mudou a cor do sorriso ao fugir para a minha sala, para o segredo dela e para a minha gaveta, onde o guardou.
Fiquei a ser uma cómoda-contador cheia de vida e de sonho por pulsar em mim uma história que vai acontecendo algures lá fora, entre o mundo dele e dela.
“Gosto de ti"
Eu também gostei de ti por te teres refugiado em mim.”
O último feed-back chgou sob a forma de … um CD de Mozart.
O último feed-back chgou sob a forma de … um CD de Mozart.
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