quinta-feira, 25 de maio de 2017
segunda-feira, 15 de maio de 2017
Dia e Noite dos Museus 2017
18
MAIO 2017 Dia Internacional dos Museus
Maria de Fátima Ramos
Branco
O lado
escondido das peças do legado que pertenceram à casa do colecionador: do objeto
utilitário à peça museológica.
12:00
| A procura da linguagem exacta: cabeça de homem.
Ana
Mafalda Portugal
“Cabeça de
negro”, NÃO.
Representativa
de um estudo académico, esta pintura de Veloso Salgado constitui, não só um
belo retrato de homem, como permite refletirmos sobre mudanças
sociológicas
que influenciam a evolução dos museus, neste caso, a apresentação da informação
sobre as peças expostas.
14:30
| O relicário sem relíquia.
Maria
Teodora Marques
O relicário do Santo Espinho foi
encomendado por Jean, Duc du Berry nos finais do século XIV. Em 1860 foi
enviado para a oficina de restauro de Salomon Weininger, onde permaneceu doze
anos. Tempo suficiente para que executasse uma cópia e vendesse o original.
Saiba mais sobre o falsário e três colecionadores - Jean, Duc du Berry, Barão
Ferdinand Rothchild e Anastácio
Gonçalves.
15:30
| Barca de passagem em Serreleis (Minho), de Silva Porto - A controvérsia do
gosto.
Tiago
Veiga
Quais as
diferenças entre o estudo e a obra final, quando de trata de apurar um
critério de
gosto?
16:30
| “Compras de gato por lebre”.
Ana
Mântua
Algumas pinturas que António Anastácio
Gonçalves pensava serem da autoria de grandes mestres europeus.
19:00 | José Carlos Araújo | recital
de cravo
Obras de Johann Sebastian Bach
20 MAIO 2017 Noite dos Museus
21:30 | Quarteto de
cordas do Ensemble MPMP | Ciclo Música Portátil – Terra
Obras
de Almeida Mota, Francisco de Lacerda, Eurico Carrapatoso e Caio Facó
quinta-feira, 11 de maio de 2017
20 Minutos com Arte à hora do almoço. PRÓXIMA VISITA a 24 Maio 13h30. Entrada livre.
No passado dia 10 de Maio, realizou-se pelas 13:30h a primeira visita de Maio à hora do almoço, orientada por Maria Teodora Marques. Através da observação do Contador de Antuérpia, verdadeira preciosidade do século XVII e adquirido em 1957 pelo coleccionador Anastácio Gonçalves, "viajámos" pelo tempo e pelo espaço; desde a história da tipologia e utilidade destes móveis, passando pelas influências orientais de parte da sua decoração, pela abertura das suas portas e percursos do olhar convidado a entrar em cenários de micro-arquitectura, até à partilha das recentes conclusões de investigadores internacionais que se têm debruçado sobre contadores de Antuérpia.
Cá vos esperamos, para nova sessão da mesma visita, no dia 24 de Maio, às 13h30.
quarta-feira, 10 de maio de 2017
Semana do Passaporte Escolar: Museu de Lisboa (Palácio Pimenta) | 3 MAI
Oficina de Expressão Plástica | "Pintores de Ar-livre"
(1º Ciclo)
Pintámos como os famosos pintores naturalistas portugueses faziam, há mais de 100 anos; ao ar livre e tendo como inspiração a natureza de Portugal.
Para tal, levámos telas, um cavalete, tubos de tinta e outros elementos portáteis,
uma cadeira desdobrável e em vez do guarda-sol aproveitámos as sombras das árvores.
Actividade organizada por: Serviço Educativo, com colaboração de Marta Santos e Paula Bárcea.
quarta-feira, 26 de abril de 2017
Visitas orientadas à exposição temporária "Fórmulas Naturalistas da Arte Moderna e conversa no Atelier | 4.ª conversa - 27 ABR
conversas na paisagem 2017
18:00
visitas orientadas à exposição temporária “Fórmulas Naturalistas da Pintura
Moderna”
18:40-19:20
conversas
27 ABR o tema da paisagem na filosofia e nas colecções
Adriana Veríssimo Serrão
Qual o contributo da
Filosofia para a compreensão das paisagens (reais, representadas ou
idealizadas)? Como distinguir a pluralidade empírica das paisagens da unidade
conceptual Paisagem? Que relações estabelece a categoria Paisagem com outras
categorias denominativas da totalidade: Natureza, Cosmos, Mundo?
São questões
que servirão de mote a esta Conversa.
Professora
associada com agregação da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Tem
desenvolvido a sua investigação nas áreas da Estética e da Antropologia
Filosófica, e em temas de Estética da Natureza e Filosofia da Paisagem.
Investigadora‑responsável do projecto “Filosofia e Arquitectura da Paisagem”,
coordena o Grupo de Filosofia da Paisagem no Centro de Filosofia da
Universidade de Lisboa
Ana Mântua
Enquanto
coleccionador de pintura, António Anastácio Gonçalves procurou um século XIX
essencialmente naturalista, com criações dos pensionistas do Estado que
regressavam do estrangeiro em finais da década de 70 e que marcavam uma
renovação da arte portuguesa. De igual modo, as aquisições que realizou de
pintura europeia manifestam visões cenográficas da natureza, matriz dos
interesses do colecionador na sua atenção continuada pela pintura de ar livre,
maioritariamente rural.
Licenciada em História-Variante de História da Arte
e com uma pós-graduação em Arte, Património e Restauro,
pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, Ana Anjos Mântua é, desde
Maio de 2013, Coordenadora da Casa-Museu Anastácio Gonçalves. Tem vindo a
proferir conferências e a publicar artigos nas áreas patrimoniais e
colecionismo.
quarta-feira, 12 de abril de 2017
Curso | 3 a 24 Maio
Sara Monteiro nasceu em Lisboa, formou-se em
Educação pela Arte e actualmente vive em Lisboa.
Publicou o primeiro livro, As
Meninas de la Mancha, em 1990, com o qual recebeu o prémio do Centro
Nacional de Cultura. Tem vários títulos publicados na área infanto-juvenil e publicação dispersa (poesia, contos) em
revistas e antologias.
segunda-feira, 3 de abril de 2017
Férias Páscoa | 10 ABR - 17 ABR
Casa-Museu Dr.
Anastácio Gonçalves | Sinopses Férias Páscoa 2017
10 - 13 ABR
Figurinos
à moda do século XIX
Paula Azevedo
(Arquitectura)
14.00-17.00
O
que vestem, e em que ocasiões, as personagens do “Convite à valsa”, “Senhora de
preto” e o Ministro retratado de perfil, por Columbano Bordalo Pinheiro? Como
se vestiriam se fosse hoje?
Vamos
recriar figurinos do século XIX, a partir de um retalho de tecido, de renda e
de papel!
Valor: 45€
17 ABR
A
entrar e a sair dos quadros
Sara Monteiro (Educação pela Arte)
10.30-12.00
Vamos construir histórias a partir
das personagens que encontrarmos na
Casa-Museu. Vamos ser nós noutro
tempo e noutro espaço. Entrar e sair de quadros. Viajar no tempo, imaginar
novos mundos. Leituras: partilhar o que inventámos e escrevemos.
8 aos 12 anos
Valor 15€
____________________________________________________
Mín. 5
inscrições por curso; Máx. 10 inscrições por curso
MARCAÇÃO PRÉVIA
Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves
Av. 5 de Outubro, 6-8 |1050-055 Lisboa
Tel. 213 540 923
E-mail: servicoseducativos@cmag.dgpc.pt
quarta-feira, 29 de março de 2017
Visitas orientadas à exposição temporária "Fórmulas Naturalistas da Arte Moderna" e conversas no Atelier | 3.ª conversa - 30 MAR
conversas na paisagem 2017
18:00
visitas orientadas à exposição temporária “Fórmulas Naturalistas da Pintura
Moderna”
18:40-19:20
conversas
30 MAR caminhar na paisagem
Maria de Aires Silveira
Silva
Porto estava determinado em apresentar obras de arte moderna, ainda em 1879,
quando regressou de Paris como bolseiro. No entanto, a crítica de arte e
especialmente Ramalho Ortigão apressou-se a sugerir a descoberta do país e das
suas particularidades pois faltava um intérprete da realidade humana. É neste contexto
que os artistas do Grupo do Leão se tornam caminhantes na paisagem e registam
também o movimento dos caminhos, numa pintura que revela a ruralidade e os seus
principais intervenientes.
Licenciatura
em História na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de
Lisboa, em 1982, e Grau de Mestre em História de Arte na Faculdade de Ciências
Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, em 1986.
Dedica-se
muito especialmente ao estudo de temáticas e autores oitocentistas e de inícios
do século XX no Museu Nacional de Arte Contemporânea-Museu do Chiado, desde
1989. Comissária da exposição João Cristino da Silva, em 2000, de Miguel
Ângelo Lupi, em 2002, e autora dos respetivos catálogos. Foi também
cocomissária das exposições de Eduardo Viana, Mário Eloy, Columbano Bordalo
Pinheiro; comissária de uma exposição deste artista, em 2010. e cocomissária
das exposições Sousa Lopes (1879-1944). Efeitos de luz, em 2015 e Fórmulas
Naturalistas da Arte Moderna, em 2016.
Tiago Veiga
A produção artística
de uma ilusão: pinturas onde se pode caminhar e pinturas onde não se pode
caminhar.
Caminhar
fora da pintura, partindo da pintura, como aproximação à obra de arte aberta e
à transformação dos hábitos perceptivos sob influência da arte. O exemplo da
obra “Ecrã no Peito” de João Queiroz.
Licenciado
em Design de Comunicação pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa.
Mestre
em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa com tese
intitulada: “Pintar a Paisagem: retrato ou artifício? A Teoria Estética de
Frédéric Paulhan e a pintura de João Queiroz”.
Actualmente é o responsável pelo Serviço Educativo
da Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017
Visitas orientadas à exposição "Fórmulas Naturalistas da Arte Moderna" e Conversas no Atelier | 2.ª Conversa - 2 MAR
conversas na paisagem 2017
18:00
visitas orientadas à exposição temporária “Fórmulas Naturalistas da Pintura
Moderna”
18:40-19:20
conversas
2 MAR a paisagem na pintura contemporânea
Luis Silveirinha
A
intervenção vai no sentido de desenvolver um paralelo entre o meu desenho e a
paisagem. É o meu desenho uma paisagem? É o desenho uma
paisagem? As Paisagens naturais e psicológicas. Que atlas fazemos das nossas
paisagens? Que imagens guardamos das paisagens que vivenciámos e das que não
vivenciámos? Que memória? A paisagem como escrita de um corpo e do seu
interior. É a paisagem uma ilusão?
Luís Silveirinha, Campo Maior,
Portugal, 1968
Plano de Estudos
Completo do AR.CO (2003/2007).
Realizou entre
outras as seguintes exposições:
2015 - AREIA, Museu da
Eletricidade, Fundação da EDP – sala cinzeiro 8 - Curadoria João Pinharanda - Lisboa
2013 - O Jardim do Éden: O inventário (parte
1) – Quase Galeria – Curadoria Fátima Lambert- Porto
2011 -“Danger, Danger!” – Galeria Alecrim
50 – Curadoria de Maria De Aires
Silveira - Lisboa
2010 - Desenhos, Galeria Reflexus
Arte Contemporânea/Nuno Centeno, Porto.
2009 -O rasto Invisível da pausa, Galeria Alecrim
50, curadoria de João Pinharanda,
Lisboa
Participou em
inúmeras coletivas, destacando-se:
2017 – Tudo o resto – pavilhão 31,
Hospital Júlio de Matos, Lisboa
2016 – Just Mad - Madrid
2016 – Portugal em Flagrante (Parte I) –
Fundação Calouste Gulbenkian
2012 - Traços,
pontos e linhas - desenhos da coleção António Cachola -
Museu de Arte Contemporânea de Elvas/Coleção António Cachola - Elvas
2008 - Exposição de Bolseiros e Finalistas 07
do Ar.Co, Projecto A, Espaço Tranquilidade em Lisboa.
2008 - Enunciados,
Espaço Avenida, Lisboa.
2007 - Pavilhão 24 A - Exposição de
Finalistas e Bolseiros do Ar.Co 06, Hospital Júlio de Matos, Lisboa.
1990 - EIAM - Bienal Ibérica de Arte Moderna,
Cáceres/Campo Maior/Badajoz - Curadoria de João Pinharanda e Félix Guisasola.
1987- I Mostra de Artes e Ideias, Clube
Português de Artes e Ideias, Fórum Picoas, Lisboa
Está representado
na Coleção da Fundação EDP, Coleção António Cachola, Fundação Calouste
Gulbenkian (Biblioteca) entre outras.
Samuel Rama
Partindo do meu trabalho
prático pretende-se ensaiar um percurso meditativo por uma série de objetos,
instalações e esculturas de clara afinidade pictórica com as cores que não
desbotam com o tempo, as cores próprias da terra e das rochas.
Licenciado em Artes Plásticas, na Escola Superior
de Artes e Design das Caldas da Rainha (IPL), onde é docente desde 2003.
Doutorado em Artes Visuais e Intermédia pela Universidade Politécnica de
Valência. Colaborador em diversos seminários e publicações no âmbito do projeto
de investigação em Filosofia e Arquitetura da Paisagem F.L.U.L. Artista e
professor, a sua atividade incide sobre a pesquisa da relação entre os meios do
desenho, escultura e fotografia com as noções de paisagem.
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