quarta-feira, 12 de abril de 2017

Curso | 3 a 24 Maio




Sara Monteiro nasceu em Lisboa, formou-se em Educação pela Arte e actualmente vive em Lisboa.
Publicou o primeiro livro, As Meninas de la Mancha, em 1990, com o qual recebeu o prémio do Centro Nacional de Cultura. Tem vários títulos publicados na área infanto-juvenil e publicação dispersa (poesia, contos) em revistas e antologias.

É formadora e professora de Escrita Criativa e Técnicas de Criatividade desde 2005, desenvolvendo este trabalho com crianças e adultos em escolas, universidades, estabelecimentos prisionais e bibliotecas, entre outros.

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Férias Páscoa | 10 ABR - 17 ABR



Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves | Sinopses Férias Páscoa 2017

10 - 13 ABR

Figurinos à moda do século XIX
Paula Azevedo (Arquitectura)
14.00-17.00
O que vestem, e em que ocasiões, as personagens do “Convite à valsa”, “Senhora de preto” e o Ministro retratado de perfil, por Columbano Bordalo Pinheiro? Como se vestiriam se fosse hoje?
Vamos recriar figurinos do século XIX, a partir de um retalho de tecido, de renda e de papel! 
7 aos 12 anos
Valor: 45€


17 ABR

A entrar e a sair dos quadros
Sara Monteiro (Educação pela Arte)
10.30-12.00
Vamos construir histórias a partir das personagens que encontrarmos na
Casa-Museu. Vamos ser nós noutro tempo e noutro espaço. Entrar e sair de quadros. Viajar no tempo, imaginar novos mundos. Leituras: partilhar o que inventámos e escrevemos.
8 aos 12 anos
Valor 15€

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Mín. 5 inscrições por curso; Máx. 10 inscrições por curso



MARCAÇÃO PRÉVIA
Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves
Av. 5 de Outubro, 6-8 |1050-055 Lisboa
Tel. 213 540 923
E-mail: servicoseducativos@cmag.dgpc.pt

Música na CMAG | 30 Março 2017 | 21h00



quarta-feira, 29 de março de 2017

Visitas orientadas à exposição temporária "Fórmulas Naturalistas da Arte Moderna" e conversas no Atelier | 3.ª conversa - 30 MAR

conversas na paisagem 2017
18:00 visitas orientadas à exposição temporária “Fórmulas Naturalistas da Pintura Moderna”
18:40-19:20 conversas

30 MAR caminhar na paisagem
Maria de Aires Silveira
Silva Porto estava determinado em apresentar obras de arte moderna, ainda em 1879, quando regressou de Paris como bolseiro. No entanto, a crítica de arte e especialmente Ramalho Ortigão apressou-se a sugerir a descoberta do país e das suas particularidades pois faltava um intérprete da realidade humana. É neste contexto que os artistas do Grupo do Leão se tornam caminhantes na paisagem e registam também o movimento dos caminhos, numa pintura que revela a ruralidade e os seus principais intervenientes.

Licenciatura em História na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, em 1982, e Grau de Mestre em História de Arte na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboaem 1986.
Dedica-se muito especialmente ao estudo de temáticas e autores oitocentistas e de inícios do século XX no Museu Nacional de Arte Contemporânea-Museu do Chiado, desde 1989. Comissária da exposição João Cristino da Silva, em 2000, de Miguel Ângelo Lupi, em 2002, e autora dos respetivos catálogos. Foi também cocomissária das exposições de Eduardo Viana, Mário Eloy, Columbano Bordalo Pinheiro; comissária de uma exposição deste artista, em 2010. e cocomissária das exposições Sousa Lopes (1879-1944). Efeitos de luz, em 2015 e Fórmulas Naturalistas  da Arte Moderna, em 2016.

Tiago Veiga
A produção artística de uma ilusão: pinturas onde se pode caminhar e pinturas onde não se pode caminhar.
Caminhar fora da pintura, partindo da pintura, como aproximação à obra de arte aberta e à transformação dos hábitos perceptivos sob influência da arte. O exemplo da obra “Ecrã no Peito” de João Queiroz.

Licenciado em Design de Comunicação pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa.
Mestre em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa com tese intitulada: “Pintar a Paisagem: retrato ou artifício? A Teoria Estética de Frédéric Paulhan e a pintura de João Queiroz”.
Actualmente é o responsável pelo Serviço Educativo da Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Visitas orientadas à exposição "Fórmulas Naturalistas da Arte Moderna" e Conversas no Atelier | 2.ª Conversa - 2 MAR



conversas na paisagem 2017
18:00 visitas orientadas à exposição temporária “Fórmulas Naturalistas da Pintura Moderna”
18:40-19:20 conversas

2 MAR a paisagem na pintura contemporânea

Luis Silveirinha
A intervenção vai no sentido de desenvolver um paralelo entre o meu desenho e a paisagem. É o meu desenho uma paisagem? É o desenho uma paisagem? As Paisagens naturais e psicológicas. Que atlas fazemos das nossas paisagens? Que imagens guardamos das paisagens que vivenciámos e das que não vivenciámos? Que memória? A paisagem como escrita de um corpo e do seu interior. É a paisagem uma ilusão?

Luís Silveirinha, Campo Maior, Portugal, 1968
Plano de Estudos Completo do AR.CO (2003/2007).
Realizou entre outras as seguintes exposições:
2015 - AREIA, Museu da Eletricidade, Fundação da EDP – sala cinzeiro 8 - Curadoria João Pinharanda - Lisboa
2013 - O Jardim do Éden: O inventário (parte 1) – Quase Galeria – Curadoria Fátima Lambert- Porto
2011 -“Danger, Danger!” – Galeria Alecrim 50 – Curadoria de Maria De Aires Silveira - Lisboa
2010 - Desenhos, Galeria Reflexus Arte Contemporânea/Nuno Centeno, Porto.
2009 -O rasto Invisível da pausa, Galeria Alecrim 50, curadoria de João Pinharanda, Lisboa
Participou em inúmeras coletivas, destacando-se:
2017 – Tudo o resto – pavilhão 31, Hospital Júlio de Matos, Lisboa
2016 – Just Mad - Madrid
2016 – Portugal em Flagrante (Parte I) – Fundação Calouste Gulbenkian
2012 - Traços, pontos e linhas - desenhos da coleção António Cachola - Museu de Arte Contemporânea de Elvas/Coleção António Cachola - Elvas
2008 - Exposição de Bolseiros e Finalistas 07 do Ar.Co, Projecto A, Espaço Tranquilidade em Lisboa.
2008 - Enunciados, Espaço Avenida, Lisboa.
2007 - Pavilhão 24 A - Exposição de Finalistas e Bolseiros do Ar.Co 06, Hospital Júlio de Matos, Lisboa.
1990 - EIAM - Bienal Ibérica de Arte Moderna, Cáceres/Campo Maior/Badajoz - Curadoria de João Pinharanda e Félix Guisasola.
1987- I Mostra de Artes e Ideias, Clube Português de Artes e Ideias, Fórum Picoas, Lisboa
Está representado na Coleção da Fundação EDP, Coleção António Cachola, Fundação Calouste Gulbenkian (Biblioteca) entre outras.

Samuel Rama
 Partindo do meu trabalho prático pretende-se ensaiar um percurso meditativo por uma série de objetos, instalações e esculturas de clara afinidade pictórica com as cores que não desbotam com o tempo, as cores próprias da terra e das rochas.  


Licenciado em Artes Plásticas, na Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha (IPL), onde é docente desde 2003. Doutorado em Artes Visuais e Intermédia pela Universidade Politécnica de Valência. Colaborador em diversos seminários e publicações no âmbito do projeto de investigação em Filosofia e Arquitetura da Paisagem F.L.U.L. Artista e professor, a sua atividade incide sobre a pesquisa da relação entre os meios do desenho, escultura e fotografia com as noções de paisagem. 


segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Conferências | 21 Fevereiro e 3 Março




Uma evocação de Baudelaire
nos 150 anos da morte (1867-2017)

       Charles Baudelaire morreu em Paris em 1867, há 150 anos. Em Março de 1866, na cidade belga de Namur, ele tinha sofrido um ataque cerebral (o que se chama hoje em dia um AVC), uma apoplexia antecedida por severa cefaleia. O problema de saúde que se manifestou bruscamente deixou-o com sérias dificuldades em expressar-se, ficando afásico e paralisado do lado direito do corpo, poucos dias antes de completar os 45 anos de idade. Nesse dia, ele encontrava-se numa das naves da igreja de Saint-Loup, uma igreja de jesuítas em Namur,  acompanhado por dois amigos, o pintor belga Félicien Rops e o editor Poulet-Malassis, exilado na Bélgica, um homem arruinado depois de publicar “As Flores do Mal”. Nesta fase da vida, Baudelaire era um homem devastado por dívidas e muito doente. Transportado para Paris onde permaneceu acamado durante mais de um ano, Baudelaire foi sepultado a 1 de Setembro de 1867. A sua mãe, a senhora Aupick, decidiu que Charles ficaria sepultado na campa do padrasto, o general Aupick, um homem detestado pelo poeta. Até aos dias de hoje, Baudelaire não tem uma pedra de sepultura  própria no cemitério de Montparnasse.   


Baudelaire e Courbet

      O poeta e o pintor foram amigos durante algum tempo, antes de Baudelaire se afastar de Courbet e de se aproximar muito de Manet. Para Baudelaire e  Zola, ‘Manet era o futuro com um talento muito forte que a tudo iria resistir’. Mas Courbet tinha contribuído para a reabilitação de um gosto pela simplicidade e pela absoluta honestidade e foi provavelmente isto que atraiu  de imediato Baudelaire para a sua pintura. Em cafés e cervejarias de Paris, muitas discussões tiveram os dois sobre  os destinos do povo francês, sobre Proudhon, Delacroix, a arte, os júris e os salões. Nas discussões sobre arte, Baudelaire gesticulava muito ao argumentar  que o Realismo das telas do Courbet tinha mais a ver com a verdade do que com a realidade e  que as pinturas de Courbet procuravam mostrar uma verdade mas que estavam longe de serem exactas. Courbet foi um iconoclasta, sempre pronto a desafiar as convenções sociais. Foi descrito como um belo homem robusto, um provinciano filho de camponeses abastados. Era carismático e de personalidade muito vincada e os seus quadros protagonizaram vários escândalos.  Foi criticado pelas suas simpatias republicanas e socialistas, por se relacionar com Proudhon, por ser um pintor “realista” e por não fazer  concessões às regras académicas que vigoravam nos salões artísticos.


Nota biográfica

Mestre em Filosofia pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Licenciada em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa. De 1983 até 2005, foi colaboradora no vespertino ‘A Capital’, na área da cultura e da música. Desde 2006 é colaboradora do semanário ‘Expresso’ na área da música. É autora de três exposições de fotografia sobre o Carnaval no Café Florian de Veneza na Fnac-Chiado, no Grémio Literário e na Galeria Gan. Na Antena 2, criou o programa radiofónico ‘Plácidos Domingos’ e foi co-autora do programa ‘Preto no Branco’. Na Rádio Renascença criou o programa ‘A Flauta Mágica’. Escreveu dois livros: ‘Rock Stars - Cinco anos de Rock em Portugal’ (editado na Gradiva e no Círculo de Leitores) e a peça de teatro sobre Courbet e Baudelaire com o título ‘A Origem do Mundo’. 


terça-feira, 31 de janeiro de 2017

visitas orientadas à exposição temporária "Fórmulas Naturalistas da Arte Moderna" e conversas no atelier | 1.ª conversa: 3 Fevereiro



conversas na paisagem 2017
18:00 visitas orientadas à exposição temporária “Fórmulas Naturalistas da Pintura Moderna”
18:40-19:20 conversas

3 FEV fotografia e pintura

Dirk Michael Hennrich
A pintura paisagista do século XIX enfrenta em prol da acelerada industrialização uma profunda transformação do natural como também da própria percepção humana. Ao mesmo tempo surge uma nova técnica do olhar, a fotografia, que mudará a imagem e a imaginação do mundo natural e cultural por inteiro. Como a Fotografia transformou a nossa percepção do natural e o que isto significa para o futuro das paisagens?

Dirk Michael Hennrich é actualmente Bolseiro de Pós-Doutoramento da FCT, foi Investigador em Cultura Portuguesa da Fundação Calouste Gulbenkian (FCG) e concluiu o seu doutoramento na Universidade de Lisboa em 2014. Possui mestrado em Filosofia da Universität Basel/Suiça (2003) onde tem concluído o estudo da Filosofia, da Literatura Alemã e da História Moderna. É membro integrado do Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa (CFUL) e actua principalmente no âmbito da Filosofia do século 19 e 20, do Pré-Romantismo, do Idealismo Alemão, na área da Filosofia da Paisagem, da Filosofia em Portugal e no Brasil e da Filosofia das Mídias. (Texto informado pelo autor)

Emília Tavares

Panorama e Distância - contributos mecânicos para a pintura de paisagem.
A invenção da fotografia em 1839 é contemporânea de algumas das mais importantes reformulações da pintura europeia. Apresentaremos algumas das mais marcantes mudanças da cultura visual novecentista numa leitura crítica com a pintura naturalista portuguesa, através de algumas das suas mais marcantes obras em exposição.

Mestre em História da Arte pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.
Curadora da área de Fotografia e Novos Media no Museu Nacional de Arte Contemporânea - Museu do Chiado, Lisboa, desde 2001. Responsável pela gestão das coleções de Fotografia e Novos Media do MNAC-MC.
Tem realizado investigação sobre as relações entre fotografia e política, com edição da tese de mestrado nesta área, João Martins – Imagens de um tempo descritivo desolador, Mimesis, Porto, 2001.
Desenvolve investigação sobre a história da fotografia portuguesa.

Comissariou diversas exposições, sendo a mais recente: Tesouros da Fotografia Portuguesa do século XIX. MNAC-MC, 2015 e Galeria Municipal Almeida Garrett, Porto.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Curso | Artes integradas no Património Arquitetónico Ambientes Decorativos Civis em Portugal e no Brasil séc. XVIII a XIX




ARTES INTEGRADAS NO PATRIMÓNIO ARQUITECTÓNICO
E OS AMBIENTES DECORATIVOS CIVIS EM PORTUGAL E NO BRASIL
(SÉCULOS XVIII A XX)


Resumo

Um dos temas comuns à arquitectura civil de Portugal e do Brasil, entre os séculos XVIII e as primeiras décadas do século XX, centra-se nos formação dos ambientes decorativos dos espaços civis. A partir de um conjunto de reflexões baseadas num rico acervo iconográfico, muito dele inédito ou desconhecido, será privilegiada a transversalidade da análise do uso dos objectos nos ambientes, a formação e evolução do gosto e o acesso à importação de peças e elementos integrados na arquitectura, sempre recorrendo a numerosos exemplos estudados (muitos deles de acesso restrito) e comparados do ponto de vista da herança cultural e patrimonial dos dois países.

Prof. Doutor Gonçalo Vasconcelos e Sousa

Professor Catedrático da Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa, onde dirige o Centro Interpretativo da Ourivesaria do Norte de Portugal (CITAR-EA/UCP). Doutor e Agregado em História da Arte pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Provedor da Venerável Ordem Terceira de São Francisco do Porto. Autor de diversos livros sobre Artes Decorativas; proferiu palestras e leccionou várias dezenas cursos livres sobre temáticas ligadas às Artes e Ambientes Decorativos Históricos.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

CURSO LIVRE 2017 O Diálogo entre Literatura e Arte: no contexto dos séculos XIX e XX


Uma vez que a escrita é a arte da palavra e as artes da imagem são atravessadas pela Literatura, revela-se pertinente encetarmos uma viagem pelos caminhos da leitura comparada guiados por artistas portugueses da modernidade e da contemporaneidade que têm cultivado harmoniosamente as duas vertentes artísticas.
Ao longo das sessões, veremos como, através da literatura e da pintura, os artistas nos proporcionam o desvendamento do seu mundo interior e a compreensão da sua arte e do seu tempo. Pretende-se o aprofundamento do conhecimento da cena literária e pictórica, por um lado, e analisar algumas obras de artistas que ocupam uma posição importante na formação da modernidade literária e estética, por outro.
Pretende-se, ainda, promover a interdisciplinaridade, partilha de saberes e atividades de enriquecimento pessoal e profissional.

PROGRAMA
1ª sessão – O contexto estético do século XIX: relações entre imagem e texto.
2ª sessão: Viagens na Minha Terra: diálogo com as artes plásticas.
3ª sessão: Os Maias: um romance impressionista.
4ª sessão: Cesário Verde: “o pintor de atmosferas”.
5ª sessão: O mito de Narciso na poesia e na pintura portuguesa contemporânea.
6ª Sessão: Jorge de Sena: o trabalho poético em torno da “ekfrasis”.

Às 5ª feiras, das 18h30 às 20h
                    Janeiro | Dias 12, 19 e 26
                 Fevereiro | Dias 2, 9 e 16

PAULA OLEIRO - FORMAÇÃO ACADÉMICA

Mestre em Literatura Portuguesa Moderna e Contemporânea pela Faculdade de Letras de Lisboa e licenciada em Línguas e Literaturas Modernas pela mesma Faculdade, tem exercido a docência e orientado cursos de formação nas áreas de Literatura e Artes Plásticas a Professores, bem como cursos livres no Centro Nacional de Cultura e na Sociedade Histórica de Portugal. Na qualidade de investigadora, tem proferido conferências e publicado artigos nas revistas Cadernos de Telheiras, Modernista e Nova Águia nas áreas mencionadas.

Preços:
80€ | Público em geral
65€ | Membros do GACMAG,
15€ | 1 Sessão